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quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Almirante Negro_Patrícia.

Acabei de ler um livro ótimo sobre A vida de João Cândido,o líder da Revolta da Chibata que ocorreu no Rio de Janeiro em 1910."O Negro da Chibata " de Fernando Granato.
Muito bom, uma leitura agradável que mostra como foi a vida deste homem que queria apenas melhorar as condições de trabalho e vida dos marinheiros brasileiros em uma época que eles eram selecionados pela polícia,como uma forma de castigo,eram enviados à Marinha Brasileira.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Falando sobre as leituras atuais.

Patricia
Adoro Jorge Amado.Já li várias vezes suas obras ,principalmente as mulheres de Jorge Amado:Tieta ,Tereza Batista e Gabriela.Com o remake da novela baseada na obra ,não consegui resistir .Tirei da estante o livro Gabriela e vou ler mais uma vez.Adoro a forma com Jorge Amado escreve,desbocado,sensual ,faz a gente viajar no tempo e no espaço.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Relato Reflexivo- Tânia


     Relato Reflexivo
     Tânia

   Participar do curso "Prática de Leitura e Escrita na Contemporaneidade" foi muito bom. Lemos a produção dos colegas, interagimos com outros grupos, trocando experiências, participamos de fóruns e blogs, recordamos a infância, que atividade maravilhosa, os primeiros contatos com a leitura!
   Utilizar os recursos tecnológicos tão necessários em nossa vida, tanto pessoal, quanto profissional, proporciona momentos prazerosos.
   Para mim, foi um grande desafio: blog, fórum, compartilhar textos. Acredito que é uma grande oportunidade de capacitação para nós, professores, muito valiosa Estou muito contente. Gostaria de continuar, não sei se terei tempo, mas aconselho que outros façam, pois precisamos de cursos assim.
    O curso proporcionou-me bons momentos com minha filha, pois ela acompanhou-me na leitura dos blogs, já que gosta muito e acessa sempre a internet e as redes sociais.
   Gostaria muito de utilizar as técnicas oferecidas pelo curso na escola onde trabalho, porém a sala de informática não está disponível.

domingo, 13 de maio de 2012



Relato Reflexivo


                                           Arlete




            
                 O curso “Prática de Leitura e Escrita na Contemporaneidade” trouxe-me contribuições inestimáveis. Como não sou professora de Língua Portuguesa, a minha área é Matemática, e como supervisora de ensino, que sou há mais de vinte anos, não conhecia muitas estratégias para incentivar a leitura, apesar de considerá-la imprescindível para que o aluno tenha um bom desempenho em sala de aula e na sua realização futura. Procurava orientar os professores das escolas do meu setor a trabalhar com seus alunos de modo a desenvolver a competência leitora, mas a minha contribuição resumia-se a estratégias mais conhecidas.
          Eu utilizava a internet apenas para pesquisas que me trouxessem alguma informação, para o trabalho e para enviar e receber alguns e-mails que me ligavam a alguns amigos.
            O curso “Prática de Leitura e Escrita na Contemporaneidade” colocou-me em contato com a tecnologia digital de maneira mais próxima, participando de fóruns onde experiências de leitura e escrita eram partilhadas, onde estratégias para tratar as questões de leitura e escrita em sala de aula eram descritas, sempre com comentários relevantes.
       No curso exploramos o universo digital, lembramo-nos de como começamos a gostar de ler, participamos de trabalhos que estavam sendo construídos com os participantes distantes uns dos outros e participamos de um blog criado por um participante do nosso grupo, que eu visitei várias vezes tentando fazer com que o visual dos textos que eu postei ficasse mais atrativo.
         A questão “Como fazer com que este aluno que não lê, que se interessa apenas por tecnologia digital, em participar de facebook, Orkut, blogs, se interesse também pela leitura e tenha uma escrita inteligível e sem erros crassos, como acontece hoje?”, sempre me preocupou.
          O curso “Prática de Leitura e Escrita na Contemporaneidade” contribuiu para o meu trabalho de supervisora de ensino favorecendo-me com a ampliação de estratégias a serem usadas no desenvolvimento do gosto pela leitura e com potencial maior para orientar os professores na produção de textos em sala de aula. Tenho, agora, argumentos mais convincentes para mostrar ao professor que seu aluno, ao relacionar os textos produzidos à sua vida passada e futura, ao seu Projeto de Vida, torna a leitura parte de sua vida.
 .       O curso contribuiu, e muito, para o aumento da minha capacidade de utilizar recursos da tecnologia digital.
          Foi muito prazerosa a atividade de relembrar as primeiras experiências que tive de leitura e escrita, quando o único compromisso era estudar e tinha tempo disponível para ler todos os livros que quisesse.      

sábado, 12 de maio de 2012

RELATO REFLEXIVO - NILTON



Iniciamos o  curso com a reflexão de Paulo Coimbra Guedes e Jane Maride Souza “Leitura e escrita são tarefas da escola e não só do professor de português” e devido o curso ter como participantes educadores de diversas áreas foi um texto excelente para refletir e compartilhar as responsabilidades como profissionais. Pois sempre acreditei os educandos necessitam da leitura e da escrita em todas as atividades práticas em sala de aula, não apenas nas aulas de Língua Portuguesa, uma vez que, muitas vezes os trabalhos em sala de aula precisam representar e registrar as ideias e os pensamentos e é por meio das palavras, sejam faladas ou escritas, que desenvolvemos a capacidade leitora e escritora do educando.
O curso de Leitura e Escrita em Contexto Digital é um instrumento enriquecedor, pois leva-nos a refletir sobre diversas praticas de leitura e escrita (multiletramentos) em sala de aula com relação ao mundo digital. Somos sabedores das dificuldades que encontramos em dominar algumas redes. Não precisamos ter: “MSN, ORKUT e FACEBOOK”, porém faz-se necessário conhecer tais ferramentas para que possamos exercer de fato o papel de mediador, pois trata de instrumentos que o dominado exerce maior conhecimento do que o dominador.
Todavia, a prática docente ainda depara-se tanto com ferramentas de trabalho antigas como modernas tais como: giz, lousa, mimeógrafo, retroprojetor, computador e outros, as tecnológicas estão a chegar de forma lenta na Rede Pública de Ensino. No entanto, todos os recursos disponíveis na Escola têm seu devido propósito e sua interatividade, cabe ao professor saber utilizar cada uma dessas ferramentas em seu trabalho é nesse contexto que a formação faz-se necessária, tanto tecnológica quanto metodológica.
Embora, abordamos sobre o uso de tecnologia e interatividade, deparamos muitas vezes com alunos que não tem acesso a esse avanço o que o torna excluso do meio digital e social. É nesse momento que a escola integrada à tecnologia tem o papel fundamental de inclusão, a favorecer o uso dos recursos no ambiente digital para o processo de ensino e aprendizagem.  Nesse processo, o curso de “Leitura e Escrita em Contexto Digital” vem nos auxiliar em nossas práticas pedagógicas e reflexivas.

Relato -Patrícia


RELATO  REFLEXIVO

O curso “Prática de Leitura e Escrita na Contemporaneidade” está sendo muito importante para a minha atuação dentro e fora da sala de aula. Sou professora de História e sempre me preocupei muito com a leitura e a interpretação de textos pelos alunos, mas não tinha conhecimentos específicos e percebi que eles me faltavam para ajudá-los. Por isso procurei o curso, exatamente para poder ajudar mais meus alunos e a mim mesma.
Quanto à internet, diferente de alguns professores que conheço, sempre utilizei em casa. Uso a internet para lazer, bate-papo, manter contato com parentes, e-mails e pesquisas. Tenho Facebook, MSN, Orkut e cadastro em vários sites de compra, muitas das últimas aquisições de tecnologia, ou mesmo livros foram feitas via internet, e agora um blog. O curso me ajudou a criar atividades e ter a coragem de colocar um oitavo ano na sala de informática e orientá-los em uma pesquisa com muito mais confiança(estou agora em fase de correção destas pesquisas).

Meu cantinho de livros.
Participar do curso e compartilhar das vivências com os colegas, criar e alimentar um blog em grupo, lembrar da minha infância sempre na companhia de livros, além da participação do fórum e da produção de texto para um contexto digital foi maravilhoso. Mudei até em casa, minha estante de livros que estava no escritório, no fundo da casa, veio para sala e já está surtindo efeito positivo: meus filhos já buscaram livros para folhear e estou lendo para eles todas as noites.

Uma reflexão sobre o curso

A próxima atividade do curso será relatar como o curso contribuiu para nosso trabalho,como nos influenciou nas práticas de leitura e escrita,na experiência de criar esse blog.

domingo, 29 de abril de 2012

Notícia popular Tânia


                                   Modelo é encontrada morta.
  A popular modelo carioca Suzy Lima, de 26 anos, foi encontrada morta em seu apartamento na rua Otávio Mendes, número 202, neste sábado (20) por volta das 22 horas, no Leblon.           
  O corpo foi encontrado por seu namorado, na banheira de seu apartamento, comprado recentemente. Para entrar no imóvel, seu namorado  precisou arrombar a porta. Havia manchas de sangue pelo chão.O rapaz chamou a polícia  e declarou desconhecer o motivo de tal brutalidade. 
   A modelo ficou famosa em 2005, participou do filme “Maravilhosos e surpreendentes”, adquiriu alguns imóveis e planejava casar-se no final deste ano.     

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Notícia em Jornal Popular



Mulher envenena o marido por ciúmes.

Arlete



No dia 21 de abril, sábado, Mariúcia de Monroy, que mora no prédio Rouxinol, na Rua das Alfândegas, 666, ouviu a campainha tocar. Demorou uns minutos para dirigir-se até a porta, pois estava terminando de vestir a sua roupa. Quando abriu a porta viu um homem caído e não viu mais ninguém no corredor. Quando tocou no homem sentiu que estava gelado e tentou desvirá-lo. Quando percebeu que o morto era Grinaldo Boafé, seu vizinho do 3º andar, com quem tinha saído no último mês, começou a gritar por socorro. Ninguém apareceu no corredor para ajudá-la.
Mariúcia ligou, então, para a polícia que apareceu 40 minutos depois e levou o falecido para o IML.
Às 14 horas, quando saiu para almoçar, os vizinhos lhe contaram que Grinaldo tinha sido envenenado pela sua mulher, Starlet, que descobriu que ele estava saindo com ela e ficou com ciúmes. Os vizinhos contaram ainda que Starlet disse: “ Mariúcia não perde por esperar. A próxima é ela”.

Notícia de Jornal - Nilton



APÓS OUVIR A CAMPAINHA, HOMEM É ENCONTRADO MORTO.

Por volta das 5:00 horas da manhã desta quinta-feira (18), a dona de casa Maria Fofoca levantou-se, no término de sua  higiene pessoal ouviu o toque da campainha e ao abrir a porta deparou-se com um homem caído na soleira  de sua residência à rua Conversa Fiada nº 1000 em São Paulo. Olhou para todos os lados e não viu nenhum transeunte, então resolveu  tocar no corpo  e verificou que não havia mais sinal vital.

A Polícia Militar foi chamada e isolou o local, logo em seguida foram acionados o Instituto Médico Legal e o de Criminalística para serem tomadas as devidas providências em relação a morte.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Notícia em Jornal Popular

Morto toca Campainha para ser encontrado?

Patricia

O corpo de um homem foi encontrado em frente à porta do apartamento 21 por moradora Dona Maria da Consolação Aparecida da Silva(63 ) na rua Sem saída,  número 376, na noite de quinta-feira (19), no bairro Areal.Ela relatou a nossa reportagem que ao acordar e fazer sua higiene matinal,ouviu a campainha tocando,correu para atender e ao abrir a porta não havia mais ninguém além do corpo. A equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu)  e a polícia foram chamadas pela moradora em pânico, que declarou ter sido a alma do morto que  tocou a campainha.
A Brigada Militar (BM) foi acionada, assim como a equipe Volante da Polícia Civil. Como não foram encontrados documentos, o corpo do homem não pôde ser identificado .O mistério continua:quem é o morto,quem tocou a campainha.Nossa reportagem foi informada por vizinhos que nesta manhã a moradora saiu de casa sem deixar notícias.

Novo Desafio


Foi nos apresentada uma sequência de eventos.Após essa leitura criamos uma notícia para um jornal do tipo popular.Essa sequência  de eventos foi retirada de Lage, Nilson (1993). Estrutura da Notícia. Editora Ática, São Paulo.Apresentaremos a seguir os resultados deste novo desafio.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

"Mundo Mágico"


Minha entrada ao "Mundo Mágico" da leitura.
Tânia
     Após usar a Cartilha Caminho Suave, na primeira série, a professora presenteava cada  aluno com um livro, era a garantia de nossa boa leitura. O meu primeiro livro foi de ursinhos, não me lembro o nome, história de uma família, numa casa normal, vida normal, mas um ursinho sapeca que conquistou meu coração. Depois disso, comecei a visitar bibliotecas e entrei no "mundo encantado": Contos de Fadas, Coleção de Anita, A ilha perdida, A montanha encantada. Ganhei livros (na época era difícil), fiz minha coleção. Na escola, lia sempre, fazia fichas, adquiri muitos paradidáticos como professora, os quais minha filha de onze anos utiliza e também tem a sua coleção, desde pequenina (outros tempos!). Acho que consegui transmitir-lhe um pouquinho dessa "magia" da leitura.

Reflexões de um leitor




Nilton


Ao contrário de muitos, o hábito pela  leitura só veio após os 16 anos de idade, antes só futebol, pipa, andar de bicicleta e outros, afinal, o interior te dá essas oportunidades “gostosas”.  Não me recordo de nenhum incentivo à leitura na escola. Meus livros sempre eram de alguém do ano anterior e tinha que apagá-los e apresentar à professora para ver se tinha passado a borracha direito. Além das dificuldades, meus pais, só depois de terem os filhos praticamente criados e tendo apenas eu como caçula é que frequentaram o “mobral” (movimento brasileiro de alfabetização). Embora não seja justificativa.
Talvez,  pelo motivo do meu tardio gosto pelos livros e que sempre acho que estou atrasado com relação às leituras. Porém, sou um leitor assíduo leio de tudo e acredito que não existe texto ruim, ruim é não ler.
Já como professor, uma das experiências mais prazerosa foi ministrar aulas no projeto “Trilha de Letras” para alunos de recuperação do sexto e sétimo ano do ensino fundamental. O  “Trilha de Letras” tinha como proposta a realização de atividades de leitura e escrita em ambiente digital. Também não posso deixar de citar o nosso cotidiano, onde nos deparamos com diversos gêneros, a valer como destaque a leitura de jornal em sala de aula, ferramenta que não tem tempo de encerramento e quanto mais cedo inserida em sala de aula, melhor.

domingo, 15 de abril de 2012

Ler... Sonhar... Viver



Arlete

                Não me lembro, da época em que era estudante, quando comecei a gostar de ler, nem quais foram os primeiros livros que li. Mas me lembro, e muito bem, que quando estava no “científico” (era assim que se chamava o atual ensino médio), eu ia até a biblioteca municipal, que se situava próxima à minha casa e à escola onde eu estudava, pelo menos duas vezes por semana, buscar livros para ler.Os livros preferidos? Os de “suspense”, com crimes a serem desvendados e com histórias fantásticas. Li toda a coleção de Maurice Leblanc e seu Arsène Lupin - o Ladrão de Casaca. A bibliotecária, “Dona Bizuca” como era chamada, chegava a implicar comigo dizendo que não era possível que eu já tivesse lido o livro inteiro, Mas eu lia.  E Sherlock Holmes?                Depois, a preferência continuou a mesma. Li todos os livros a que pude ter acesso da Agatha Christie. Que imaginação, como conseguia enredar tantas situações misteriosas e que, ao final, culminavam com a descoberta do assassino, tão lógica pelas evidências colocadas e tão difíceis de serem descobertas pelos ávidos leitores. Que falta nos fará. Será que aparecerá outro escritor com tanta imaginação e competência para bolar esses enredos?


            

LEMBRANÇAS da INFÂNCIA Patrícia


A Ratinha da Biblioteca.

 Era desta forma que a bibliotecária da minha escola me chamava, toda vez que me via na porta da sala, logo que tocava o sinal do intervalo. No primário nunca fui de amizades, pouco conversava, encontrei meu refúgio na biblioteca. “A fada que tinha idéias”, é o livro que considero o primeiro, pelo menos é o que eu me lembro. Daí em diante não parei. Adorava Monteiro Lobato, principalmente “Os doze trabalhos de Hércules”, dois volumes. Li toda a sua coleção infantil. Adorava a Emília. Lembro-me também como “Éramos seis” me comoveu. Adorava a passagem em que Julinho e Isabel soltavam os cachorros da carrocinha pelas ruas de São Paulo. ”Dona Lola” foi consequência. Me tornei uma devoradora de livros.Lia tudo o que me caia nas mãos,o depoimento da Danuza Leão  me lembrou a minha infância.Meus irmão viviam de joelhos ralados.Eu não.Sentada em qualquer canto da casa,viajava aos mais diferentes lugares.Li a coleção Vagalume quase toda (a da minha época).Adorava a literatura Brasileira,obrigatória no colegial,pena que não se obriga mais a leitura destes clássicos.Hoje adoro ler ,mesmo trabalhando e com dois filhos pequenos , ainda arrumo tempo para ler por prazer,não textos de estudo,mas boa literatura,releio muito os meus favoritos. Sempre compro livrinhos para meus filhos,eles fingem ler um para o outro.“A fada que tinha idéias”,dei para a minha filha ,quem sabe ,uma nova ratinha de biblioteca.

Apresentações dos autores


Postam neste Blog os seguintes autores,professores e cursistas da turma 31do curso Leitura e Escrita em Contexto Digital -2012.

ARLETE ELI COGHI -
Piracicaba-SP 

Sou supervisora de ensino na diretoria de ensino de Piracicaba. Estou fora da sala de aula desde 1983, quando ingressei como diretora de escola. Na supervisão procuro apoiar diretores e professores auxiliando-os na resolução dos problemas que possam levar à melhoria da qualidade de ensino e do relacionamento com a comunidade escolar.

NILTON MOREIRA DA SILVA -
São Paulo-SP 

Sou professor de Língua Portuguesa, trabalho apenas na Rede Estadual. Já trabalhei muito. Hoje, acredito e sinto-me bem, curtir todas as tarde ao lado de meus filhos.

PATRICIA BESSA MARTINS HENRIQUES -
Araraquara-SP 

Sou professora de História do ensino fundamental em Araraquara.Trabalho em uma escola à dois quarteirões de minha casa,por isso me considero uma privilegiada .Sou vizinha dos meus alunos e suas famílias.Adoro o que faço ,apesar das atuais dificuldades.Adoro minha família,ler um bom livro e ouvir boa música,de preferência MPB.Espero aprender muito neste curso.

TÂNIA IZILDA ROSSANEIS -
Sertãozinho-SP 

Olá, sou professora efetiva de Língua Portuguesa e estou na Rede Estadual há quase 25 anos.O curso está me proporcionando ótimas dicas. Gostaria de aperfeiçoar-me no uso das tecnologias, adquirindo assim melhores práticas de segurança e utilizando de forma segura a Internet. Gosto de ler, escrever, viajar, ver filmes, ficar com a família , meu esposo e minha filha, pessoas que mais amo em minha vida.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Vamos iniciar nossa conversa

Este blog foi criado por quatro professores para tornar público os resultados do curso "Leitura e escrita em contexto digital", nossas impressões, opiniões e esperanças na educação.O curso nos apresentará vários desafios de produção de textos.Todos serão postados por seus respectivos autores para a interação dos leitores.